Fotos Daniel Guerra e Renata Menezes.

Olga Lamas e Raiça Bomfim são as artistas e realizadoras na Gameleira Artes Integradas, criada em 2015 em Salvador/BA.  Oriundas de experiências de trabalho em coletivos cênicos - Olga no Núcleo VAGAPARA e Raiça no Alvenaria de Teatro - decidem criar a Gameleira à maneira de um território de articulações artísticas, associando criações autorais, cooperações criativas e produção. 

 

A  Gameleira  têm  realizado  ações  continuadas  de  estímulo,  produção  e  difusão  de  projetos  artísticos  cujos  discursos,  propostas  e/ou formatos  perpassam  questões  sobre decolonização,  afirmação  de  subjetividades  historicamente  marginalizadas,  democratização  das artes, desenvolvimento de linguagens mestiças e fortalecimento de vanguardas artísticas; estabelecendo parcerias e colaborações com foco no fortalecimento de lideranças femininas e na presença de mulheres nos campos de articulação, gestão e produção artística.

 

Dentre  seus  principais  projetos  e  ações  realizadas  estão: Tristes,  Loucas  e  Más:  Festival  de  Mulheres  em  Cena (2017  - Salvador/BA), em que a Gameleira assina concepção, curadoria, coordenação de produção e realização. O festival contou com o patrocínio da CAIXA via Programa CAIXA de Apoio a Festivais de Teatro e Dança 2016. Outro projeto foi Loucas do Riacho (2017 – Salvador/BA), em que assumiram a criação, produção e realização, com o apoio financeiro da SECULT/BA, dentro do qual ocorreu a primeira edição da Oficina-Ação  Lavagem.  A  montagem Ofélia:  Sete  Saltos  Para  se  Afogar (solo  de  Raiça  Bonfim,  em  2015,  indicada  à  categoria Revelação  do   Prêmio  Braskem   de   Teatro   2016)   e  as  performances Sagração e Sirva-se (de   Olga  Lamas,   de  2014   e  2011, respectivamente), são outras realizações autorais da Gameleira.

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